SABOR DE MABOQUE - NDAPANDULA MAMA ÁFRICA

SABOR DE MABOQUE - NDAPANDULA MAMA ÁFRICA

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Quem meu filho beija, minha boca adoça

Aquarela de Isa Marques, aluna da escola  Escola Técnica Juscelino Kubitschek-Rio de Janeiro.
Trabalho acadêmico, retratando a personagem Dulce do romance Sabor de Maboque , para a oficina literária, coordenada pela professora Elineide.

 

Hoje amanheci com as papilas gustativas adoçadas por esta critica do blog português “O Sofá dos Livros”:


“...Gostei bastante do tom que a autora utilizou, em cada palavra é bem visível a saudade daquelas e daqueles lugares que esta sente. É um livro que nos coloca os sentimentos à flor da pele e que nos dá um vislumbre do que muitos portugueses passaram naqueles últimos dias antes da libertação de Angola.
Esta é uma viagem às memórias da autora. Sendo que todas as personagens são reais e os acontecimentos, por mais terríveis que nos pareçam, neste momento, aconteceram. Houve relatos de pessoas mortas e carnificinas, a crueldade de um ser humano foi bem demonstrada nessa fase. E as pessoas temendo pelas suas famílias fugiram e muitas sonhavam que regressariam, em breve, em alguns meses pensavam. Sabemos que tão não foi real.
É um livro que todos devemos ler, de modo a compreendermos um período negro da nossa história, onde abandonamos um país à sua sorte sem qualquer apoio nem orientação. Deixamos um país entrar numa guerra civil longa e violenta.”

domingo, 31 de março de 2013

E os caquis estão maduros novamente!

(meu pai, a 4 metros de altura, colhendo aproximadamente 500 caquis) 
 
O documento de identidade te confere 81 anos, mas o vigor, a sapequice, a alegria de viver, o brilho do olhar, os decibéis de tua gargalhada e a força muscular adolescente, atestam uma assombrosa e invejável jovialidade.
Obrigada pai, pela colheita dos caquis do meu jardim. Com tua mão, no trato e na colheita, eles serão sempre mais doces.

 
 

sexta-feira, 29 de março de 2013

Páscoa


(orquídeas do meu jardim-29/03/2013)
 
Os cristãos celebram hoje a Páscoa, a ressurreição, a nova vida!
Na idade média os pagãos celebravam  Ostera, deusa da primavera,  representada pela imagem de uma mulher, segurando um ovo em uma mão enquanto observava um coelho, simbolo da fertilidade.
Minha Páscoa veio na bela forma e aroma adocicado de 12 orquídeas, com que meu jardim me presenteia há três semanas.
Uma ode à vida como ela deveria sempre ser,
LINDA e PERFUMADA!

 
 

domingo, 17 de março de 2013

Ndapandula ou Twapandula ?


Depois de ter desvendado o título de meu novo livro, o infantil "Ndapandula Mama África", que breve estará nas livrarias, alguns amigos e leitores tem  feito algumas perguntas, que muito agradeço e resolvi responder publicamente, porque pode haver os que tenham as mesmas duvidas e não as tenham trazido a mim.
"Ndapandula", significa "Obrigada(o)", numa língua de origem Bantu e uma das mais faladas em Angola, depois do português. É também a língua que se fala na região onde eu, Dulce Braga, a autora, nasci e vivi até aos dezesseis anos.
Agradeço à mãe África, porque o livro, chama a atenção das crianças, para o lindo e imenso legado com que África e principalmente Angola presentearam o Brasil.
Tal tesouro, foi trazido no baú do único item que não podiam confiscar a milhares homens, mulheres e crianças que em terras de Vera Cruz aportaram como escravos...sua memória.
Aproveito para agradecer a meu querido, generoso e sempre disponível amigo Gociante Patissa, escritor angolano de grande talento e grande conhecedor de umbundo, sua língua mãe, o ter-me elucidado a diferença entre Ndapandula (eu agradeço) e Twapandula (nós agradecemos), te tal maneira que pude decidir que por ora sou grata, mas espero que através do "Ndapandula Mama África" possa contribuir para que muitos se junte a mim e um dia possamos entoar num imenso coro "Twapandula Mama África".

quinta-feira, 14 de março de 2013

Ilustradora do Ndapandula Mama África

 
 
 

Martha Clemente,
é a ilustradora que com sua fascinante arte em aquarelas, está traduzindo em imagens, o africanismo, a emoção, a musicalidade e a cor de meu próximo livro, o infantil Ndapandula Mama África, que breve sairá do prelo.
Martha, cresceu em Campinas-SP, onde se formou em artes na UNICAMP-Universidade Estadual de Campinas.
Pós graduada em estudos literários pela FAC, trabalha como ilustradora, professora e tradutora.
Suas obras mais recentes:
-A Riqueza de Jonas, texto e ilustrações - RHJ Books
-Histórias Reais, ilustrações - RHJ Books
-O Peixinho Prateado e o Gatão Branco, ilustrações - Pontes Editores
 
 

domingo, 10 de março de 2013

Ndapandula Mama África

 
 
 
Breve o SABOR DE MABOQUE terá um companheiro de viagem:
 
NDAPANDULA MAMA ÁFRICA
          

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

O que é??? É....

Surpresa na reforma do local onde trabalho!
Atrás da madeira que forrava uma parede,
 
uma incrivel renda tecida pelos cupims, ou salalés,
 como os chamava no país onde nasci, Angola
 
Aqui já sobre um local branco para poder apreciar a "arte".

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Esta nossa lingua...

Ao receber este texto de uma amiga, tentei saber a autoria para poder dar os devidos e merecidos créditos, mas infelizmente não consegui.
Divirtam-se:

"O PORTUGUÊS PRATICADO NO BRASIL

*Na recepção dum salão de convenções, em Fortaleza*

- Por favor, gostaria de fazer minha inscrição para o Congresso.
... - Pelo seu sotaque vejo que o senhor não é brasileiro. O senhor é de onde?
- Sou de Maputo, Moçambique.
-...
Da África, né?
- Sim, sim, da África.
- Aqui está cheio de africanos, vindos de toda parte do mundo. O mundo está
cheio de africanos.
- É verdade. Mas se pensar bem, veremos que todos somos africanos, pois a
África é o berço antropológico da humanidade...
- Pronto, tem uma palestra agora na sala meia oito.
- Desculpe, qual sala?
- Meia oito.
- Podes escrever?
- Não sabe o que é meia oito? Sessenta e oito, assim, veja: 68.
- Ah, entendi, *meia* é *seis*.
- Isso mesmo, meia é seis. Mas não vá embora, só mais uma informação: A
organização do Congresso está cobrando uma pequena taxa para quem quiser ficar com o
material:
DVD, apostilas, etc., gostaria de encomendar?
- Quanto tenho que pagar?
- Dez reais. Mas estrangeiros e estudantes pagam *meia*.
- Hmmm! que bom. Ai está: *seis* reais.
- Não, o senhor paga meia. Só cinco, entende?
- Pago meia? Só cinco? *Meia* é *cinco*?
- Isso, meia é cinco.
- Tá bom, *meia* é *cinco*.
- Cuidado para não se atrasar, a palestra começa às nove e meia.
- Então já começou há quinze minutos, são nove e vinte.
- Não, ainda faltam dez minutos. Como falei, só começa às nove e meia.
- Pensei que fosse as 9:05, pois *meia* não é *cinco*? Você pode escrever
aqui a hora que começa?
- Nove e meia, assim, veja: 9:30
- Ah, entendi, *meia* é *trinta*.
- Isso, mesmo, nove e trinta. Mais uma coisa senhor, tenho aqui um folder
de um hotel que está fazendo um preço especial para os congressistas, o senhor já
está hospedado?
- Sim, já estou na casa de um amigo.
- Em que bairro?
- No Trinta Bocas.
- Trinta bocas? Não existe esse bairro em Fortaleza, não seria no Seis
Bocas?
- Isso mesmo, no bairro *Meia* Boca.
- Não é meia boca, é um bairro nobre.
- Então deve ser *cinco* bocas.
- Não, Seis Bocas, entende, Seis Bocas. Chamam assim porque há um encontro
de seis ruas, por isso seis bocas. Entendeu?
 - E há quem possa entender?"



Acabo e receber um email do autor do texto.
Obrigado Jassen Viana e parabéns pelo texto delicioso!
Confiram a autoria : http://www.recantodasletras.com.br/cronicas/4001596

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

O que é , o que é?



 
Adianto que de ouro, prata ou cobre, não é.
Então diga lá
Qual a origem desta filigrana?
Alguém arrisca um palpite?

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Metáforas


(Parque das Águas-Campinas/SP-17/02/2013)
(Se desejar ampliar, clique 2vezes sobre a imagem)


Entremeios de lótus,
Esplendorosamente abertas,
Quiçá apenas promessas.
Semente alimento
Talvez futura flor.
Metáfora de ave,
Sentimento real
Saudade que doi
Mensagem que atenua
Manhã de domingo*


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Lógica Infantil


Se mantivéssemos sempre viva e antenada a criança que há em nós, viver seria sem duvida muito mais pragmático e sobejaria esse tal precioso senhor tempo, para nos divertirmos mais.
Há poucos dias atrás, num almoço entre amigos a mãe sentada comigo à mesa, diz à filha de 4 anos que ao seu lado de pé, com o narizinho mal alcançando a altura da mesa, mastigava um suculento pedacinho de picanha, enquanto afoitamente contava algo divertido de sua rotina diária:

-Cecilia minha filha, não se pode falar com a boca cheia de comida.
Cecila não teve duvida.

Numa fração de segundo, obedientemente, enfiou dois dedinhos na boca, tirou o pedacinho de carne, terminou de contar a história com a cavidade bucal devidamente vazia como sua mãe acabara de ensinar e em seguida devolveu o alimento à boca, voltando ao processo de mastigação, com o fundo sonoro das gargalhadas de todas as mulheres da mesa.
 
É a lógica infantil, simples assim, nós adultos é que gostamos de complicar tudo.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Embrião do Sabor de Maboque

 (foto tirada hoje) 




Odeio arrumar papeis.
Vou adiando, adiando, adiando, mas chega uma hora que ou eles ou eu, porque ambos não podemos ocupar o mesmo espaço, como reza uma das incontestáveis leis da Física .
Hoje aproveitando a terça feira preguiçosa de carnaval, arregacei as mangas e prometi dedicar-me à tarefa, que venho empurrando com a barriga há mais de 4 anos.
É isso mesmo, QUATRO anos, que eu não selecionava, arquivava, rasgava, etc.
Havia escritos, rabiscos, alguns puro lixo, outros anotações que guardei com prazer, mas que daqui a pouco podem ter até o mesmo fim e em meio a papeis e mais papeis, achei algo que me tocou.
Quando comecei a escrever o Sabor de Maboque, num processo de verdadeira aspersão compulsiva, gavetinhas e mais gavetinhas de minha memória foram abrindo de forma desordenada seja cronologicamente, seja pelo grau de relevância que a seu tempo atribui aos fatos.
Como o processo de abertura era involuntário, ocorrendo em horas que muitas vezes estava longe do computador, um fiel companheiro acompanhou-me na bolsa durante este período, um bloco de anotações.

Incontáveis vezes em filas de espera ou parada dentro do carro no semáforo, puxei por aquele conjunto de folhas e pela caneta e rabisquei  alguma imagem, um aroma, muitos sabores e variadíssimos sons que eclodiam do vulcão que entrara em frenética atividade dentro de mim.

À noite, sozinha e no mais absoluto silencio externo, sim porque o interno era um turbilhão sinfônico, lia as anotações e com as mãos em frenesim sobre o teclado, aspergia para a máquina um lava incandescente , que muitas vezes  mal lia porque as lágrimas não permitiam,  doía, mas ao final de cada sessão me apaziguava.
Pedacinho a pedacinho, sentia-me sendo resgatada, catarseada, libertada...

Hoje achei todos esses bilhetinhos que escrevi pra mim. Pequenos pedaços de papel repletos de memória e emoção.
Sabor de Maboque acabou virando livro e sendo publicado, já está na quarta edição brasileira, na primeira portuguesa, breve sairá a primeira em francês,  laureou-me com o Diploma do Mérito Literário da Câmara Municipal de Campinas , tem-me proporcionado encontros* e reencontros* fantásticos,  velhos e novos amigos, foi aprovado pela Lei Rouanet do Ministério da Cultura no Brasil, está sendo adotado por escolas, virou tema de  trabalhos universitários, assunto de muitas palestras, foi à televisão e rádio brasileiros e portugueses, entre outras bibliotecas é um dos 1.300.000 exemplares da Biblioteca de Vancouver e faz parte do acervo do Centro IberioAmericano de Berlim.
Tudo isto não constava do script de nenhum dos meus melhores sonhos como comprova o posfácio que figura na ultima página do bloco:
" Hoje vou mandar uma sinopse para a editora. Estou me sentindo como se estivesse entrando numa daquelas odiosas provas de português da adolescência e o pior é que a cada releitura, acho mais e mais erros...um misto de receio, pudor e timidez...masoquista...é isso que eu sou....
 MA SO QUIS TA!"



domingo, 10 de fevereiro de 2013

Filosofante Muro Filósofo

 

A tempestade tropical despediu-se rapidamente , não sem antes deixar para recordá-la o mesmo de sempre, um rastro de destruição e um incontável número de ruas alagadas e semáforos quebrados.

Numa esquina da cidade, na franja da trovoada, fim de tarde de garoa morna e intermitente, cercada por todos os lados de carros com motoristas irritados, em frente ao poste de sinalização apagado,entre um rapaz nitidamente drogado que me pedia uma moeda no vidro  e a buzina do apressadinho do carro de trás, perco-me em devaneios quando leio a pichação do muro ao meu lado: “ O AMOR É  IMPORTANTE PORRA!!”.
 
 
 

domingo, 27 de janeiro de 2013

Concordo!

*
 
"Um público comprometido com a leitura é crítico, rebelde, inquieto, pouco manipulável e não crê em lemas que alguns fazem passar por ideias."

(Mário Vargas Llosa)
 

 

Carinho de leitor

 

"SABOR DE MABOQUE

 Acabei de ler o livro há cerca de dois meses e, só agora, consegui a distância emocional possível para uma reflexão que não fosse demasiado subjectiva.

 Apesar de escrita na primeira pessoa, esta obra é mais do que uma autobiografia.

O relato dos factos, devidamente datados e documentados, tornam-na uma crónica histórica – comovente para quem viveu situações semelhantes e se revê nos locais e no sofrimento provocado pela fuga da terra amada.

Os horrores da guerra, o afastamento de familiares e amigos, a chegada a um país estranho, mesmo e apesar da língua falada ser comum, o recomeçar de uma nova vida repleta de incertezas e sonhos trocados, dão à obra uma pitada de romance histórico.

Um documento imprescindível da nossa, ainda tão recente diáspora, cuja leitura acessível e criativa, cativa o leitor da primeira à última página.

 
                                                                                                                 Maria do Rosário de Freitas"
                                                                                                                                                    Coruche
                                                                                                                                                   Portugal

 

 
 

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Sabor de Maboque na RTP-Rádio e Televisão de Portugal

 
 
Este planeta é mesmo do tamanho de uma ervilha! 
Na ultima sexta feira, dia 18 de Janeiro, recebi uma mensagem de Luxemburgo, de minha querida amiga Sofia Alvares, dizendo que o livro Sabor de Maboque estava sendo exibido e elogiado na RTP (canal de televisão português), pelas mãos da elegante e renomada senhora da mídia portuguesa, Margarida Mercês de Mello.
 
Clique no link abaixo, para ver o programa, PORTUGAL NO CORAÇÃO / RTP:
 
http://www.rtp.pt/programa/tv/p15159/c105461/279321
  

Obrigada pelo carinho, Margarida!
 
 
*
 

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Geleia de...???

 
Claro que é de Maboque!!!
 
Ingredientes:
Maboques
Água
Cravo da Índia
Açúcar
Adicione a tudo isto a ideia genial de minha irmã e as  mãos hábeis da preciosa quituteira Leonora que pilota o fogão da casa dela e...huuuummmm...que DELICIA!!!
 
*
*****
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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

de A a P, passando por Z

 
 

Dia A de quem não ama
De D que desgosto não queira

Que Z mais zombeteiro e sacana

Tanto, que O o odeia
Não porque seja um N de negação

Mesmo porque de L muito louco
Este mundo F de faz de conta e canção

Tem R de tanto riso e tão pouco

Quanto C de muito Choro
Em P, poente de mau agouro
 
 
(Ludce)

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Way Up

 
*
          Se escrever é meu hobby, aqui é onde com prazer, trabalho com minha irmã há 27 anos.

***
*
***

domingo, 6 de janeiro de 2013

Casa de Cultura Afro Fazenda Roseira

 (para ampliar, clique na foto)
 

Dia 22/11, às 19:00h tive a honra de ser a palestrante convidada na “Fazenda Roseira”.

Durante todo o mês de novembro na :

Casa de Cultura Afro Fazenda Roseira instalada na casa sede da antiga Fazenda Roseira, no Jardim Roseira, bairro de Campinas. A casa, construída a partir do final do século XIX, de pau a pique (taipa) e tijolos, foi reformada em 1920 e entregue como EPC (Equipamento Público Comunitário da Prefeitura Municipal de Campinas) a partir de 24 de agosto de 2007. A fazenda tem várias riquezas naturais, diversos tipos de árvores nativas e exóticas, horta e herbário. Esta fazenda deu origem, além do Jardim Roseira, outros dois bairros: a Vila Perseu Leite de Barros e o Jardim Ipaussurama. Desde 2008 vem sendo gestada por um coletivo de entidades representantes da Comunidade Negra de Campinas (Associação Amigas e Amigos da Fazenda Roseira e Associação do Jongo Dito Ribeiro) com atividades de cultura afro, ambiental e lazer.” ,

decorreu intensa atividade durante a realização do IV-Sou ÁFRICA em Todos Os Sentidos-um projeto sócio-educativo e cultural, de fomento da lei 10639/03, para dar visibilidade ao coletivo de ações e parcerias da Casa de Cultura Fazenda Roseira, gestada pela Associação do Jongo Dito Ribeiro desde mar/2008.

Em novembro foi apresentado : ROTAS GRIOTS-estórias de  vida de pessoas comuns, entrelaçadas com as raízes africanas brasileiras, envolvendo todos os sentidos-paladar, olfato, visão e audição. Confiram aqui  como foi a programação.

Obrigada pelo convite e pela deliciosa recepção!

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Parabéns Biel !!!

 
 
Que venham mais 10,
e mais 10,
e ainda mais 10,
e outra vez mais 10,
e muito mais porções de 10,
porque você é 1000 Biel!!!
 

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

É Natal !

(Clique na imagem para ampliar)
 
Eu já fiz o meu!
Pedi 365 Natais, tempo de sobra para curtir a familia e os amigos, saúde pra dar e vender, porções generosíssimas de harmonia, paixões aos borbotões, amores que bastem ao meu equilíbrio, fé suficiente para me premiar com esperança e dinheiro que me permita muito conforto.
Você acha que exagerei?
Nada disso, você é que não entendeu que o pedido é pra mim e pra você!
 
 

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Oficina Literária - Rio de Janeiro - V

 
8/11/2012, dia do encerramento da Oficina Literária na Escola Técnica Juscelino Kubitschek  :
 
 
Inesquecível...Indizível...Inexcedível
 
 
 
 
 
 

domingo, 16 de dezembro de 2012

Oficina Literária - Rio de Janeiro - IV

8/11/2012, dia do encerramento da Oficina Literária na Escola Técnica Juscelino Kubitschek :
 
 
Uma roda de vários círculos concêntricos, de olhares e ouvidos adolescentes, sedentos e atentos a duas  contadoras de histórias, que em monólogo encenaram o Sabor de Maboque, entre outros contos africanos. Um aperitivo para uma animadíssima roda de capoeira, cujo jogo nos esperava para logo depois da encenação teatral.
Inesquecível!!!
(clique na imagem para ampliar)
(clique na imagem para ampliar)
 
 
 

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Oficina Literária - Rio de Janeiro - III

8/11/2012, dia do encerramento da Oficina Literária na Escola Técnica Juscelino Kubitschek, com a toda escola emocionantemente fantasiada de Sabor de Maboque, desde o saguão de entrada com um painel ilustrativo convidando todos a participar do evento, passando por flâmulas de motivos africanos que bailavam sobre as cabeças de todos que transitavam pelos corredores, até chegar à porta da biblioteca, onde com criatividade e arte da aluna Isa Marques e a supervisão da professora Elineide coordenadora do projeto, fui presenteada com o Sabor de Maboque contado através de 16 aquarelas.
 
UM DIA INESQUECÍVEL !!!
 
 
(Clique na imagen para ampliar)
 
(Clique na imagen para ampliar)
 
 
 
 

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Emoção triplicada

(Evento de encerramento do projeto de adoção do livro em 2012.
veja mais fotos clicando aqui)
 
 
Pelo terceiro ano consecutivo, o livro Sabor de Maboque será o veículo literário, conduzido por profissionais hábeis e apaixonados pela magia de ensinar, do corpo docente do Colégio Rio Branco de Campinas. Multidisciplinarmente, nas matérias de português e geografia, transportarão em 2013, aproximadamente uma centena e meia de adolescentes a África e suas características geográficas.




quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Sessão de Autógrafos em Lisboa

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(para visualizar melhor, amplie a imagem clicando sobre ela)
*
Para saber mais de meu novo livro, que em breve estará nas livrarias, eu só conto para quem vier à Livraria Barata.:))) 
*
 
 

domingo, 11 de novembro de 2012

Parabéns!



                               11/11/2012

                                  Angola

                     37 anos independente!



Até já !

 
*
Vou ali até meu chão lusitano. Até já pátria tupiniquim!
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*****
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domingo, 4 de novembro de 2012

Oficina Literária-Rio de Janeiro - II

(clique na imagem para ampliar)
*
 
E assim será minha próxima quinta feira, dia 8 de novembro.
Certamente um dia para nunca esquecer!
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***
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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Oficina Literária-Rio de Janeiro - I

 
 

Em junho deste ano, recebi um telefonema da Pontes Editores, editora  responsável pela comercialização de meu livro Sabor de Maboque, me dando conta de um contato feito por uma escola do Rio de Janeiro que estaria interessada em adquirir vários exemplares para desenvolver um trabalho literário, com um grupo de alunos e professores.

Por telefone, com a professora Elineide Melo, coordenadora de literatura,  fiquei a par do projeto que muito me agrada e honra.

Uma iniciativa que  pretende fomentar um círculo de leitores de Literatura Africana dos países de Língua Portuguesa, divulgando a cultura afro-brasileira, (segundo a lei 10.639/2003), fazendo uso da informática como ferramenta de formação de leitores e criadores de textos.

Uma Oficina Virtual de Literatura, numa escola publica estadual, usando o Sabor de Maboque como veiculo.

No próximo dia 8 de novembro, voarei para o Rio de Janeiro, onde passarei o dia todo na escola estadual JK ( E.T.E. JUSCELINO KUBITSSCHEK), para participar do encerramento da "Oficina Literária" e de várias atividades comemorativas do “Dia da Consciência Negra”.

OBRIGADA pelo convite e até breve!

 

 

domingo, 28 de outubro de 2012

Um mimo inesquecível de Vitória

 
(Pedaços de tecido de algodão crú, com dedicatórias, com que fui presenteada na palestra de Vitória/ES)
 
 
...Acorda e vem ver,
o que a gente de Vitória é capaz de fazer!
Um varal repleto  de poesia,
que em pedaços de algodão se tecia.
Com habilidade, minha mãe forma de livro lhe deu
e assim em cada evento, hoje e amanhã, ele não mais será só meu.