SABOR DE MABOQUE - NDAPANDULA MAMA ÁFRICA

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sábado, 1 de agosto de 2009

Legado III

ANGOLA: MÃE NEGRA DO BRASIL
LEGADO LINGUÍSTICO

Mbunda(Angola): Trazeiro, nádegas, saracoteio(Dicionário de Kimbundu-Português coordenado por J.D. Cordeiro da Matta)Obs:O N e o M antes de consoantes, tem somente a função de anasalar estas consoantes.
Bunda(Brasil): As nádegas e o ânus. (Dicionário da Língua Portuguesa de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira)

8 comentários:

  1. NBUNDA gerou,em "campinês", NABUNDA.Não sabia que a origem era o "angolês".

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  2. rssss

    Muito engraçados estes seus posts, Dulce.
    Eu gosto (a sério, tem uma certa sensualidade que tem tudo a ver...) de bundinha mêmo :-)))

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  3. Clara
    Em campinês, angolês, ingrês ou lulês, nois se aculturamo :)))))

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  4. Bundinha!...que delicadeza fugidia!

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  5. ... "bundjinha"... ;)
    (Quando cheguei a São Paulo, onde vivi durante uns anos, deixei de dizer ra... isso mesmo... nem me atrevo a escrever. (risos)

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  6. Mike
    Ainda bem que não és um menino atrevido:))...E em Portugal depois de São Paulo passas-te a dizer ...bo? :)))

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  7. Um velho ditado tuga tem tudo a ver com a foto, os comentários, a sensualidade e os nossos países:
    "o que abunda não prejudica"

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  8. Carinhosamenbte para você Dulce:

    MILONGA COM LEVADA DE REGGAE DO IDH

    Vá à favela,
    Veja o guri
    Que sua negra
    Cor revela...

    Vá lá meu irmão,
    Que a mulher aquela
    Que levastes à prisão,
    É afrodescendente Benguela...

    O sistema te paga mais
    Do que à mim.
    Você não é mais capaz
    Ou minha produção ruim!...

    Se meu filho já não estuda,
    Porque não teve vaga na escola -
    É uma história cabeluda
    Ou algo que não cola!...

    Na negra, a violência sacode,
    Chicote do antigo opressor
    Sua bunda é refrão no mal pagode –
    Dá IBOPE e é tipo exportador!...

    Se você levantar
    Da raça negra o IDH
    Seja realista e franco
    Chega de dano e “dono”
    Verá que pior do que do branco!
    É Índice de Desenvolvimento Humano!

    Com a mão no coração
    Você ainda esperneia
    Que não há racismo não!
    A coisa tá feia
    E haja discriminação!

    Vamos cantar esta milonga
    Sem nenhuma kizomba:
    Racismo mata mais que bomba
    Se aqui, tua pele te zomba
    Ali, outro negro no “beco” tomba!

    ...Com a mão no coração...

    (Ademario Ribeiro)

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